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Autor: Uezima

Autor: Uezima | Data: 26/03/2014

Para promover a marca de uma maneira criativa, a Pepsi do Reino Unido elaborou uma campanha publicitária num ponto de ônibus. A ideia consistia na instalação de uma câmera escondida que capturava imagens da calçada em que o ponto estava situado e as exibia na lateral do mesmo, naquele espaço que geralmente é reservado para cartazes de publicidade, dando a impressão de que se tratava de algum material transparente, quando na verdade se tratava de um monitor.

Com todo o equipamento instalado, efeitos especiais foram adicionados as imagens em tempo real, tornando a experiência bastante convincente, com direito a alienígenas invadindo a cidade e tigres a solta por aí.


Confira abaixo o vídeo da campanha:


Autor: Uezima

Autor: Uezima | Data: 24/03/2014

Na correria do dia a dia é muito comum esquecermos algumas coisas, principalmente pertences importantes como celulares, chaves e guarda chuvas, resultando na maioria das vezes, a perda eterna desses itens.

Não seria fantástico se existisse um equipamento rastreador que poderia ser acoplado a qualquer pertence pessoal e assim poderíamos pesquisar a localização do mesmo através de um smartphone? Pois bem, pensando nesta questão, a Phone Halo criou o TrackR, um pequeno rastreador GPS que fará com que você nunca mais passe por situações frustrantes de perda de qualquer objeto.

De acordo com a informação da Phone Halo, o StickR TrackR é um dispositivo wireless do tamanho de uma moeda que pode ser facilmente “grudado” a qualquer item, inclusive em tablets, computadores e na coleira de cães.

StickR TrackR from TrackR by Phone Halo on Vimeo.

Com o dispositivo acoplado em algo, basta instalar gratuitamente o aplicativo em seu smartphone e você nunca mais terá dor de cabeça ao esquecer seu precioso bem, já que o dispositivo StickR TrackR ao ser acionado por seu celular, pode emitir um alarme sonoro, além de fornecer um sistema de “quente e frio” que indica quando você está se aproximando ou afastando do rastreador, além de é claro, fornecer a última posição registrada pelo GPS.

O melhor de tudo, é que o fabricante garante que a bateria do rastreador é capaz de aguentar um ano de autonomia sem grandes problemas.

Agora, imagine se você perdeu o celular em que está instalado o aplicativo de localização ou, então, que você esqueceu as chaves na casa de seu amigo.

Nessas situações, o smartphone do seu amigo (que também tem o aplicativo instalado) pode identificar objetos que possuem o TrackR acoplado. Ao verificar que há itens perdidos nas proximidades, o celular do seu amigo automaticamente envia os dados para o servidor da Phone Halo.

Quando você efetuar login no app em outro celular, uma mensagem será exibida, informando que alguém achou seus objetos e dará a última posição de GPS onde os itens foram localizados.

Bacana, não? Confira mais sobre a tecnologia visitando o site oficial aqui.

Fonte: Tecmundo

 


Autor: Uezima

Autor: Uezima | Data: 21/03/2014

Olá caro leitor, seja mais uma vez muito bem vindo ao terceiro post da fantástica série de publicações que está sanando as mais diversas dúvidas sobre o deslumbrante mundo da computação, True or False. Episódio de hoje: O sisteminha, será que o desenvolvimento de aplicações é tão simples como a maioria dos usuários pensa?

 

Sisteminha

 

Para iniciar nossas buscas por respostas para essa pergunta, faremos um estudo de caso do nosso querido colega Sam Time IsMoney, proprietário de uma pequena rede de mercearias em ascensão, que até hoje só utiliza o bom e velho papel para gerenciar todos os setores de sua pequena empresa.

Apesar dos negócios estarem progredindo de certa forma, o Sr Sam reparou que administrar tudo na base do papel e da caneta estava prejudicando a possibilidade de um crescimento mais eficiente de sua rede de mercearias, já que para tomar qualquer tipo de decisão, uma longa consulta à sua pilha de papelada deveria ser realizada, além é claro de algumas folhas importantes e notas fiscais acabarem caindo na parte de trás de sua pesada mesa de mogno do século XIX, fato esse que decretava a “morte” do documento em questão, condenado a permanecer neste obscuro ambiente por toda a eternidade.

A situação chegou a um certo ponto que o escritório de nosso amigo Sam estava tão cheio de papeis que deixaria qualquer ambientalista “orgulhoso”, e ao perder a centésima nota fiscal no emaranhado de folhas, Sam decidiu tomar providências, resolvendo pesquisar um pouco sobre a tal Tecnologia da Informação, termo que havia lido num jornal a um tempo atrás.

Após uma breve pesquisa  em sua enciclopédia Barsa, Sam ficou deslumbrado com tudo que a T.I. poderia lhe oferecer, ficando ansioso para contratar um profissional da área para fazer um orçamento para um software de controle dos processos de sua rede de mercearias, querendo substituir grande parte de sua pilha de papéis por arquivos digitalizados num computador.

Para o Sam, um investimento de 200 reais estaria mais do que suficiente para implantar este sistema automatizado, que nas palavras dele “é bem simples por ser um sisteminha de controle”, porém até agora não conseguiu contratar nenhum profissional para trabalhar no caso dele, o máximo que conseguiu foram alguns telefonemas desligados “do nada” após comentar o preço que ele estava interessado em pagar pelo sistema, mas para Sam, o problema está em seu aparelho telefone e está neste momento tentando fazer sua reclamação no serviço de atendimento ao consumidor de sua operadora.

Será que de fato o problema de nosso colega Sam está de fato em sua linha telefônica que está desligando sozinha? Obviamente não.

A situação aqui exposta retrata uma realidade no universo da T.I., onde os usuários, por apenas terem a experiência de navegar nas mais diversas aplicações no mercado de modo simples, acreditam que o desenvolvimento desses softwares também devem ser simples, não levando em consideração todo trabalho de modelagem, análise e programação.

Para se ter uma ideia, o processo de desenvolvimento de software exige muito esforço para que o produto final seja de fácil utilização e eficiente para o ambiente em que foi projetado. Tudo deve ser devidamente planejado para que conflitos sejam evitados e gerar um produto final sólido, sem graves bugs ou falhas de segurança. Todos os componentes do software, como banco de dados, frameworks, devem estar trabalhando em harmonia nas mais diversas ações que nosso querido usuário pode realizar.

Logo, em Tecnologia da Informação NÃO existe sisteminhas, qualquer sistema, por mais pequeno que seja, é complexo e exige valorização. 200 reais, mais benefícios (um pão de queijo e uma Coca Cola) para um software desse tipo, é realmente uma piada.  


Autor: Michel

Autor: Michel | Data: 19/03/2014

A criação de robôs é algo muito recente, que vem sendo constantemente atualizada, e associada a essa imagem, a discussão sobre os robôs substituindo o homem em empresas surge instantaneamente (algo que aconteceu na revolução industrial). Bill Gates, cofundador da Microsoft, que tem essa mesma ideia, falou sobre o assunto no American Enterprise Institute.

 

“A substituição por software, seja para motoristas, garçons ou enfermeiros, está progredindo”, alerta Gates. “A tecnologia ao longo do tempo irá reduzir a demanda por postos de trabalho, especialmente entre aquelas funções que demandam menos habilidades. Daqui a 20 anos a procura de trabalho para determinados empregos será consideravelmente menor. As pessoas têm que estar cientes disso”, completou.

Para evitar danos maiores, o executivo defende que os governos comecem desde já a capacitar os seus cidadãos, de forma deixa-los preparados para um futuro inevitável.

Com essa declaração, eu penso em apenas uma imagem para o futuro:

 

Agora Ferrou!

CHAMEM O WILL SMITH!!!!


Autor: Michel

Autor: Michel | Data: 17/03/2014

O sistema operacional Linux sempre teve grande destaque entre os profissionais da área de TI. Um sistema de graça e de código aberto, em que já se foi feito milhares de outras distribuições baseadas nele, e agora, segundo o Censo do Setor de TI, 41% dos sistemas em empresas de TI são Linux.

O Censo, desenvolvido pela Assespro Nacional em cooperação com a ALETI (Associação das empresas de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha), informou que a única família de sistemas operacionais que supera o Linux é o conjunto dos produtos da Microsoft, que detém 78% do mercado. Já a Apple possui 10%, enquanto os demais sistemas operacionais para dispositivos móveis, contam com 28% de participação.

 

Na comparação do Linux com os demais países cobertos pelo estudo, chama a atenção que o Brasil apresenta índices bem inferiores aos de outras regiões. Na Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai, o software está em 58% das empresas. Apenas na Península Ibérica (Portugal e Espanha) o índice de utilização é semelhante ao do Brasil.

 

“Após mais de uma década de políticas públicas de fomento ao software livre por parte do governo, estes dados indicam que os resultados obtidos no setor privado de TI são inferiores ao de outros países onde essas políticas não foram implementadas, o que serve de alerta em relação à eficácia delas”, comenta Roberto Carlos Mayer, presidente da ALETI e vice presidente de Relações Públicas da Assespro Nacional.

 

O Censo ALETI foi realizado junto a 849 empresas de Tecnologia da Informação de 17 países membros da federação, abrangendo a América Latina, Caribe, Portugal e Espanha.

 

E para aqueles que vem com a velha pergunta:

Pra que usar Linux se eu posso usar Windows?

 

Pra vocês ,um link e uma imagem:

http://www.tecnodrom.com.br/?single=true&id=192

 

 

:)

 


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