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Autor: Uezima

Autor: Uezima | Data: 04/04/2014

Boa parte das grandes marcas de smartphones já anunciaram seus novos aparelhos top de linha do ano de 2014, trazendo uma série de inovações tecnológicas e design mais robusto para seus equipamentos. Porém, para investir na compra de um smartphone, é sempre bom procurar saber mais sobre a resistência fornecida por esses aparelhos, já que venhamos e convenhamos, por mais cuidado que você tenha com seu celular, uma hora ou outra ele vai acabar escorregando de suas mãos, indo em direção a uma agonizante queda no chão.

 

 

Para testar esses equipamentos, colocando-os em situações limite de resistência, diversos vídeos de “drop test” são publicados no Youtube, que geralmente semeiam muitas discórdias entre os web-espectadores nos comentários dessas publicações.

No vídeo que separamos para essa postagem, o canal TechSmartt, traz o teste de resistência com os últimos lançamentos da Samsung, o Galaxy S5, da HTC, com o One M8 e da Apple, o iPhone 5S.

Neste teste, que foi feito simulando as quedas mais prováveis de acontecerem no uso cotidiano desses aparelhos, o dispositivo da Apple foi o que mais sofreu com os choques no chão, tendo a tela completamente trincada já no segundo teste, na queda de uma altura da orelha do rapaz.

O Galaxy S5  precisou de três quedas para ter a tela quebrada e, ainda assim, não ficou tão destruído quanto o iPhone. De acordo com testador, o smartphone da Samsung, apesar de não ficar estilhaçado, não tinha mais uma tela operante depois do terceiro round.

Por fim, o vencedor do teste foi o HTC One M8, com o corpo todo feito em alumínio. Ele precisou de quatro quedas para ter a tela estilhaçada e, além do vidro, não teve maiores danos.

Desde a geração anterior de smartphones, o iPhone, apesar de seu design rebuscado e boa performance, vem se mostrando mais frágil do que seus concorrentes, visto que no “destruction test” envolvendo o iPhone 5 e o Galaxy S4, o modelo da Samsung se mostrou mais resistente.

Confira abaixo o “destruction test” entre o iPhone 5 e o Galaxy S4, a última cena é bastante agonizante, ainda mais com a dramática trilha sonora ao fundo.

 

 

Fonte: Tecmundo


Autor: Michel

Autor: Michel | Data: 31/03/2014

A Microsoft revelou na quarta-feira uma mudança grande em sua política com relação ao Office. Além de anunciar a chegada do app para o iPad, donos de smartphones também receberam uma boa notícia: o aplicativo para iPhones e celulares Android agora é totalmente gratuito.

 

 

Antigamente, era necessário ter uma assinatura do office 365 para poder utilizar o app.

Com isso, talvez tenhamos uma resposta da Apple e da Google, disponibilizando o iWorks e o Quickoffice para outros dispositivos.

 

Download Office Mobile na App Store:https://itunes.apple.com/br/app/office-mobile-for-office-365/id541164041


Download Office Mobile na Google Play:https://play.google.com/store/apps/details?id=com.microsoft.office.officehub


Autor: Uezima

Autor: Uezima | Data: 28/03/2014

O termo IP certamente é conhecido por grande parte das pessoas, até mesmo para aqueles que não trabalham ou não possuem conhecimentos avançados em computação e redes de computadores. Muitas vezes, as pessoas associam esse termo a uma forma de rastreio de dispositivos no ambiente da internet, mas afinal qual seria o real motivo da necessidade no uso do IP?

Para começarmos a explicar com mais detalhes, vamos iniciar definindo o IP, que é uma abreviatura de Internet Protocol, ou seja, Protocolo de Internet. Como já explicamos em postagens anteriores, a internet nada mais é do que um conjunto de elementos computacionais trocando dados entre si, ou seja, quando você acessa um site qualquer, seu computador se comunica com o servidor do website, provendo os dados para você.

Mas como é que seu computador acaba encontrado exatamente o servidor correspondente ao serviço solicitado? Bem, esse processo é bastante complexo já que envolve outros elementos como o DNS, que poderemos comentar sobre seu funcionamento em publicações futuras, mas basicamente a requisição que sai do seu computador acaba chegando o servidor correto através da identificação fornecida pelo endereço IP. Ou seja, qualquer dispositivo conectado na rede possui um endereço IP, tornando-o “localizável” perante os outros elementos computacionais também conectados.

Uma impressora, smartphone, carro e até mesmo sua geladeira podem possuir um endereço IP, desde que eles se comuniquem através da rede, compondo um termo muito utilizado nos tempos atuais, que é a “Internet das coisas”.


Rede

O endereço IP é representado por 4 números inteiros, separados por pontos, que estão situados no intervalo de 0 à 255, como por exemplo: 192.188.0.1, onde os primeiros dígitos referem-se à rede e os demais aos hosts, que são os computadores conectados a essa rede (Vish, agora complicou … vamos com mais calma).

Como é de conhecimento de todos, uma rede é composta por diversos computadores que trocam dados entre si, porém, para que esses equipamentos possam trocar dados com computadores situados em outra rede, eu precisarei além de ter um endereço IP para cada computador, possuir um endereço IP para a rede. Dessa maneira, será possível identificar uma rede e um equipamento situado dentro dessa rede. É como se eu tivesse uma caixa armazenada em um certo lugar de um depósito e dentro dessa caixa eu guardasse outras caixas em pequenos compartimentos, assim, para que eu tenha acesso a um compartimento específico, eu precisarei saber a localização da caixa (analogia ao endereço IP da rede) e a localização do compartimento dentro da caixa (analogia ao endereço IP do equipamento).

Ou seja, os primeiros dígitos do IP são utilizados para identificar a rede, já os demais, para identificar um computador na rede. Quem vai definir os dígitos da rede e os dígitos dos hosts num endereço IP será a máscara.

Não é permitido o uso do mesmo endereço IP para equipamentos distintos, já que como vimos anteriormente, ele é utilizado como instrumento de identificação, porém com o avanço das tecnologias, onde praticamente qualquer coisa pode estar conectada a internet, os números de endereços IP disponíveis estão cada vez menores, obrigando o desenvolvimento de novas versões do protocolo, como o IPv6, que permite um número muito grande de possibilidades novos endereços.


Autor: Uezima

Autor: Uezima | Data: 26/03/2014

Para promover a marca de uma maneira criativa, a Pepsi do Reino Unido elaborou uma campanha publicitária num ponto de ônibus. A ideia consistia na instalação de uma câmera escondida que capturava imagens da calçada em que o ponto estava situado e as exibia na lateral do mesmo, naquele espaço que geralmente é reservado para cartazes de publicidade, dando a impressão de que se tratava de algum material transparente, quando na verdade se tratava de um monitor.

Com todo o equipamento instalado, efeitos especiais foram adicionados as imagens em tempo real, tornando a experiência bastante convincente, com direito a alienígenas invadindo a cidade e tigres a solta por aí.


Confira abaixo o vídeo da campanha:


Autor: Uezima

Autor: Uezima | Data: 24/03/2014

Na correria do dia a dia é muito comum esquecermos algumas coisas, principalmente pertences importantes como celulares, chaves e guarda chuvas, resultando na maioria das vezes, a perda eterna desses itens.

Não seria fantástico se existisse um equipamento rastreador que poderia ser acoplado a qualquer pertence pessoal e assim poderíamos pesquisar a localização do mesmo através de um smartphone? Pois bem, pensando nesta questão, a Phone Halo criou o TrackR, um pequeno rastreador GPS que fará com que você nunca mais passe por situações frustrantes de perda de qualquer objeto.

De acordo com a informação da Phone Halo, o StickR TrackR é um dispositivo wireless do tamanho de uma moeda que pode ser facilmente “grudado” a qualquer item, inclusive em tablets, computadores e na coleira de cães.

StickR TrackR from TrackR by Phone Halo on Vimeo.

Com o dispositivo acoplado em algo, basta instalar gratuitamente o aplicativo em seu smartphone e você nunca mais terá dor de cabeça ao esquecer seu precioso bem, já que o dispositivo StickR TrackR ao ser acionado por seu celular, pode emitir um alarme sonoro, além de fornecer um sistema de “quente e frio” que indica quando você está se aproximando ou afastando do rastreador, além de é claro, fornecer a última posição registrada pelo GPS.

O melhor de tudo, é que o fabricante garante que a bateria do rastreador é capaz de aguentar um ano de autonomia sem grandes problemas.

Agora, imagine se você perdeu o celular em que está instalado o aplicativo de localização ou, então, que você esqueceu as chaves na casa de seu amigo.

Nessas situações, o smartphone do seu amigo (que também tem o aplicativo instalado) pode identificar objetos que possuem o TrackR acoplado. Ao verificar que há itens perdidos nas proximidades, o celular do seu amigo automaticamente envia os dados para o servidor da Phone Halo.

Quando você efetuar login no app em outro celular, uma mensagem será exibida, informando que alguém achou seus objetos e dará a última posição de GPS onde os itens foram localizados.

Bacana, não? Confira mais sobre a tecnologia visitando o site oficial aqui.

Fonte: Tecmundo

 


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